Sobrevivente da dor
Venci a dor,
Venço a cada dia o desânimo
E desalento
Ouço o cantar do vento
Sou multicor
Como o arco-íris
Um dia estou azul
Como o céu infinito
Lutando Infinitas batalhas
Um dia sou violeta,
Espiritual,
Questionadora.
Sou sobrevivente de mim
Dos meus tristes anos
Da infância quase perdida
Em meio à dor e a solidão
Sempre serei sobrevivente das cinzas
Como Fênix a bela ave
Estarei bonita para mim
E para o mundo.
Márcia Garcia de Carvalho 16-05-07
Terapia Ocupacional.
Esse poema foi escrito no atendimento pós alta de mais uma semi-internação no hospital-dia do Hospital de Clínicas de Ribeirão Preto- pertencente a Faculdade de Medicina da USP - Ribeirão, hospital modelo neste tipo de atendimento aqui no Brasil.
Passei por três semi- internações no hospital dia enfrentando uma maratona já pela manhã acordando às 4:00hs da manhã e pegando o ônibus às 5:30hs, ficando em atendimento no hospital até às 15:OOhs, depois esperava o
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